# Método PEXOR

O **PEXOR** é o método operacional da Rise para transformar processos soltos em fluxos claros, executáveis e replicáveis.

Ele serve para três coisas ao mesmo tempo:

* encontrar gargalos reais;
* publicar o fluxo padrão no GitBook;
* transformar a rotina em tarefa template no Rise OS.

> O PEXOR não é um projeto pontual. Ele é um ciclo contínuo de melhoria.

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### Quando usar

Use o PEXOR quando:

* um processo depende demais de uma pessoa;
* existem retrabalhos, atrasos ou handoffs confusos;
* a equipe executa a mesma rotina de formas diferentes;
* uma área precisa criar um novo playbook;
* um fluxo já funciona, mas ainda não escala.

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### As 5 fases do ciclo

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### 1. Perceber

Diagnostique o fluxo atual.

Mapeie:

* objetivo do processo;
* gatilho de início;
* etapas reais;
* responsáveis por etapa;
* dependências;
* gargalos;
* exceções recorrentes.

**Saída esperada:** fluxo atual documentado e lista priorizada de gargalos.
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### 2. Estruturar

Desenhe o fluxo ideal.

Defina:

* owner do processo;
* entradas e saídas por etapa;
* critérios de passagem;
* SLA de cada fase;
* pontos de decisão;
* escalonamentos;
* ferramentas envolvidas.

**Saída esperada:** fluxo padrão com governança clara.
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### 3. Executar

Coloque o fluxo em produção.

A execução inclui:

* publicação do playbook no GitBook;
* criação das tarefas template no Rise OS;
* alinhamento com o time executante;
* definição da data de entrada em vigor.

**Saída esperada:** playbook publicado e rotina pronta para uso.
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### 4. Otimizar

Meça o que acontece no uso real.

Revise:

* tempo por etapa;
* volume travado;
* erros recorrentes;
* dúvidas frequentes;
* feedback do time.

**Saída esperada:** backlog de melhoria e versão revisada do playbook.
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### 5. Replicar

Transforme o fluxo validado em template escalável.

Replicar significa:

* reaplicar a lógica em outra vertical;
* adaptar o playbook sem perder o padrão;
* reaproveitar estrutura, checklist e tarefas template.

**Saída esperada:** modelo pronto para novos processos e novas áreas.
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### Entregáveis mínimos de um ciclo PEXOR

Cada ciclo deve gerar, no mínimo:

1. **Diagnóstico do fluxo atual**
2. **Mapa do fluxo futuro**
3. **Responsáveis, SLAs e handoffs definidos**
4. **Playbook publicado no GitBook**
5. **Tarefas template criadas no Rise OS**
6. **Checklist de revisão e melhoria contínua**

Se algum item faltar, o ciclo ainda não terminou.

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### O que precisa existir em todo playbook novo

Antes de publicar um novo playbook, valide estes pontos:

* objetivo do fluxo em uma frase;
* início e fim do processo bem definidos;
* responsáveis por cada etapa;
* entradas e saídas explícitas;
* SLA ou prazo esperado;
* critérios de aprovação, devolução ou escalonamento;
* exceções mais comuns;
* ferramenta onde a execução acontece;
* indicador simples para acompanhar performance.

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Não documente o processo idealizado. Documente o processo que a equipe consegue executar com consistência.
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### Como transformar um gargalo em playbook

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### 1. Escolha o gargalo certo

Priorize fluxos com maior impacto em prazo, receita, risco ou experiência.
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### 2. Rode a sessão de diagnóstico

Reúna quem opera o processo no dia a dia.

O foco é entender o fluxo real. Não a versão teórica.
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### 3. Desenhe o fluxo padrão

Simplifique etapas, elimine ambiguidade e defina owners.
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### 4. Publique e operacionalize

Suba o playbook no GitBook e crie a rotina correspondente no Rise OS.
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### 5. Revise após uso real

Depois das primeiras execuções, ajuste o que travou e publique a nova versão.
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### Papéis no ciclo PEXOR

**Owner da vertical**

* responde pelo processo;
* aprova o fluxo final;
* cobra adoção.

**Operadores do processo**

* descrevem a rotina real;
* apontam exceções e gargalos;
* validam se o playbook é executável.

**Responsável pela documentação**

* transforma o fluxo validado em playbook claro;
* organiza versão, estrutura e atualização.

**Stakeholders consultados**

* entram quando há impacto regulatório, financeiro, técnico ou comercial.

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### Cadência recomendada

Uma cadência simples funciona melhor:

* **Diagnóstico inicial:** 60 a 90 minutos
* **Desenho do fluxo padrão:** 60 minutos
* **Publicação e ativação:** até 5 dias úteis
* **Primeira revisão:** entre 15 e 30 dias após entrada em uso
* **Revisões seguintes:** sempre que houver mudança relevante no processo

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### Como o PEXOR se conecta ao ecossistema Rise

O método fecha o ciclo em dois ambientes:

* **GitBook** — onde o fluxo fica documentado, consultável e versionado.
* **Rise OS** — onde a execução recorrente vira tarefa template.

A documentação explica **como operar**.

A tarefa template garante **como repetir**.

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### Cobertura do método

O PEXOR é transversal. Ele pode ser aplicado em qualquer vertical da Rise, incluindo:

* Jurídico
* Financeiro
* Marketing
* Comercial
* Tecnologia
* Recursos Humanos

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### Próximo passo

Depois de estruturar um fluxo com PEXOR, conecte o conteúdo à arquitetura já usada no [Visão Geral do Playbook Operacional](/internal/playbook/visao-geral-do-playbook-operacional.md).

Assim o playbook novo nasce no mesmo padrão das demais áreas e fica mais fácil de manter, revisar e replicar.


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